Adoro brincar assim!! Mas é só brincadeira, hein galera?!! Bem, se levarmos em consideração que "toda brincadeira tem um fundo de verdade"... rs.
Escrito por Paulinha às 12:05:12 AM
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O meu final de semana foi muito legal!! Após sete anos sem nos encontrarmos direito, a Caju, minha prima e amiga, saiu de SP rumo à minha humilde casinha aqui no Rio. Junto ela trouxe muita saudade, histórias, animação, fotos do sobrinho (lindo!!) e a chuva (rs). Esse último item foi o que impediu maior curtição... queríamos muito ter ido à praia. Mesmo assim, foi muito legal!!!
Sexta-feira (16/07)
A Jú chegou na rodoviária lá para as 16:00 h. Ali mesmo começamos o ti-ti-ti interminável do final de semana. Incrível como o assunto brota!!! Saímos da Rodoviária Novo Rio diretamente para a minha casa, onde ela se acomodou.
Lá para 21:30h, o Fill veio nos buscar para irmos ao show dos Los Hermanos. Foi muito legal!!! Apesar de ter muito adolescente querendo tirar onda – coisa que eu havia desacostumado de ver em shows, confesso- e eu estar com trajes nada apropriados para a ocasião (o que a falta de um tênis não faz?), o clima foi ótimo. O cenário foi um dos mais lindos que já vi: um desenho, tipo aquarela, do Pão-de-Açúcar, que era colorido através da iluminação, sempre representando a passagem de um dia na cidade (dia, tardinha, noite) E durante o show, a galerinha fumante, tagarelante e alta (como esses adolescentes estão altos hoje em dia. Rs. Tô parecendo uma velha falando), se transformou em um coral de emocionar qualquer um. Tinha gente regendo a música e até o “lá lá lá” que o Amarante fazia no CD o pessoal cantava. Tinha uma menina na nossa frente que ficava assim pra amiga: “ Agora, agora”, e repetia cantando na maior empolgação a letra da música após um trecho de instrumental.
Muito bom!! Os caras mandam muito bem! Fora à simplicidade deles. E além disso, ainda encontrei um monte de gente. Inclusive meus sobrinhos.
Na volta, passamos em um posto Am Pm, e em casa, fizemos um lanchinho básico, regado a muito bate-papo, que durou até às 3:30 h.
Sábado
Acordamos quase 13:00h, e já prontas para almoçar. Batemos papo e começamos a organizar as coisas para um founde que fiz (na verdade, foi o Fill que fez. Rs) aqui em casa para apresentar uma grande amiga (a Jú) para grandes amigos meus (a Lili e o Eduardo) Foi muito gostoso! O founde de queijo estava um escândalo de tão gostoso e ainda rimos horrores. A Lili estava inspiradíssima, a Jú à vontade, o Rodrigo (namorado da Lili) empolgado, o Eduardo todo solícito, o Fill amoroso como sempre ... Foi muito bom!!
Depois que todos saíram, eu, Fill e Jú ainda fomos assistir “O Paciente Inglês”. O Filipe teve que ir embora no meio do filme, e nós ficamos até de madrugada (que filme longo!!) assistindo. Gostei muito da história. Tem uns trechos e uma narrativa muito interessantes também. Quando o filme acabou, engatamos um papo gostoso e fomos até às 5:00 h.
Domingo
No dia seguinte, foi impossível acordar cedo. Mesmo assim, levantamos 11:30 h, pois minha mãe cismou de pegar a Juliana para ajeitar a sombrancelha. Tadinha da Ju! Saiu de São Paulo para sofrer nas mãos da carniceira da minha mãe. Rs. Depois, fomos para o aniversário da irmã do Filipe, onde encontramos, além da família dele, a Camila. E de lá, seguimos direto para a Rodoviária.
Poxa!! Dizem que o que é bom dura pouco. Concordo em partes com essa teoria. Afinal, se fosse assim, nossa amizade não duraria 10 anos. Mesmo encontrando pouco, usando cartas e e-mails como veículo para contar as novidades, o nosso amadurecimento nesse tempo para cá, as poucas idas para Arraial (nosso maior ponto de encontro e assuntos vividos em comum), tudo está muito sólido. O amor, a amizade e o carinho são os mesmos. Acrescidos é claro, de novas experiências, convicções, sentimentos, que são trocados e respeitados com a mesma intensidade. E é por isso essa empolgação quase adolescente. Pois além de termos formado essa amizade nesse período da vida, sentimentos como esses dificilmente duram tanto nesse nosso tempo...
Escrito por Paulinha às 12:02:28 AM
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Esse texto eu recebi de um colega no curso de inglês e achei hoje, perdido nas folhas do livro do curso. A autoria que consta é do Artur da Távola. Não sei se está certa. Caso alguém conheça e queira me corrigir, sinta-se à vontade.
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distÂncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com, Não é sentir contra, Nem sentir para, Nem sentir por, Nem sentir pelo. Sentir com, é não ter necessidade de explicar o que está sentindo, é olhar e perceber. É mais calar do que falar ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidade exercidas quanto nas impossibilidades vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida...
Artur da Távola
Escrito por Paulinha às 12:01:21 AM
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